Avant - propos Começo
este trabalho referindo algumas ideias de Morin sobre a reforma da Universidade.
Introdução Com vista
a trabalhar alguns dos conteúdos da disciplina procedi à
selecção de preocupações e orientações
expressas no meu projecto de pesquisa e, ainda, de parte da investigação
preliminar/exploratória já desenvolvida na 1ª etapa
do processo de doutoramento. O meu projecto designa-se” A relação do Serviço Social com os excluídos” e o seu objecto, ainda insuficientemente delimitado nesta fase, centra-se na indagação sobre essa relação, na perspectiva de compreender se ela tem em conta as dimensões objectiva/subjectiva e outras tensões presentes na prática, no contexto da implementação do programa de inserção junto do cidadão beneficiário da renda mínima. A hipótese colocada é a de que os casos de sucesso/autonomia ou de fracasso/ dependência no contexto do programa RMG, decorrem da trama de relações de interdependência entre beneficiários, assistentes sociais/organizações sociais e redes de relações sociais, informais e formais, no quadro territorial de implementação das acções, e da forma como se resolvem as tensões presentes nessas relações. As preocupações que justificaram a escolha do tema de pesquisa, passam, entre outras, pelas seguintes razões:
Deste facto decorre um dos objectivos do meu projecto: identificar os saberes (knowledge, skills, attitudes – KSA ) mobilizados para a compreensão dos problemas sociais objecto da acção profissional. Nesta identificação englobam-se: o conhecimento dos mecanismos geradores/reprodutores das situações de exclusão social e da pobreza; o conhecimento das especificidades das diversas manifestações da exclusão; a compreensão das dinâmicas sociais, culturais e emocionais, em presença; o domínio/ capacidade do profissional executar acções vinculadas a uma estratégia direccionada ao bem estar e à autonomia; a sensibilidade para a relação e a capacidade de estabelecer vínculos. Articulado a este objectivo está o de perceber se a relação profissional/ utente é propícia a desencadear ou potenciar recursos pessoais e sociais e, ainda, em que medida são tidos em conta os desejos e as expectativas do cidadão na definição das acções de inserção e que sentido estas tomam no seu projecto de vida. Estas indagações tornam-se tanto mais pertinentes quanto, como responsável pela formação de futuros assistentes sociais, sei que opero num campo que, apesar de percorrido por contributos disciplinares diversos é ainda eivado por visões conservadoras e moralizadoras dos problemas e das relações sociais, assim como marcado por noções de senso comum interiorizadas através do processo de socialização, difíceis de desconstruir no percurso do ensino/formação. Assim, o presente trabalho vai reflectir este conjunto de preocupações e procurar, através dos autores e das perspectivas trabalhadas ao longo desta disciplina, elucidar algumas das tensões referidas, pela seguinte ordem: em primeiro lugar, debate-se a tensão senso comum conservador/senso comum emancipatório; em segundo lugar é situada a tensão objectividade/subjectividade para, de seguida, se prosseguir com a discussão dos dois vectores da orientação metodológica da pesquisa balizada pela busca das dimensões contextuais próximas ao objecto sem negar, nesse arco, os dados estruturais que sustentam uma compreensão mais alargada; finalmente, discutem-se outras tensões presentes na prática em análise, no quadro das tendências que influenciam a direcção da intervenção profissional, acção atravessada pela contradição, prática disciplinadora ou acção profissional capacitadora.
Numa época
em que, numa nova perspectiva paradigmática, se faz um apelo ao
senso comum, necessito explicar aqui porque me preocupo com as noções
de senso comum presentes em alunos de serviço Social e em profissionais
da categoria. Com este objectivo vou tentar explanar as considerações
mais recentes de Boaventura de Sousa Santos a propósito deste tema
(2000). É em relação ao senso comum conservador e preconceituoso que a minha pesquisa se refere quando pretende identificar esses elementos de mistificação da realidade presentes nas representações e nas práticas do Serviço Social. Se atentarmos num trecho da pesquisa inicial operatória um terço dos profissionais que trabalham no programa de renda mínima ainda considera que a causa da pobreza são os comportamentos individuais dos pobres. Continuando
com a reflexão de Santos, o pensamento-emancipação
tem de converter-se num senso comum emancipatório, impondo-se,
tanto ao conhecimento conservador, como ao pensamento impenetrável
da ciência moderna. Esta postura exige a reinvenção
do senso comum, como procedimento necessário ao enriquecimento
da nossa relação com o mundo. Apesar do senso comum ser
mistificado, mistificador e conservador, ele possui uma dimensão
utópica e libertadora que, segundo Santos, pode evidenciar-se se
posta em interlocução com o conhecimento pós-moderno.
As características do senso comum onde está patente essa
virtual dimensão libertadora são, entre outras, e segundo
o autor: uma visão o mundo assente na acção e no
princípio da criatividade; o sentido prático e pragmático
e a proximidade às trajectórias e às experiências
de vida de um determinado grupo social; a sua configuração
como pensamento indisciplinar e não metódico; a sua reprodução
espontânea no suceder quotidiano da vida; a mistura a que procede
da utilização com a fruição, do emocional
com o intelectual e com o prático.
A prestação do RMG tem uma contrapartida- o beneficiário deve participar num programa de inserção pelo qual se compromete a implicar-se em diversas acções. Estas podem ser de vários tipos, desde formação profissional e emprego, saúde, escolarização, etc. Neste ponto se entronca outra preocupação presente na investigação em curso: a de saber até que ponto os beneficiários participam efectivamente no programa de inserção. A lei do RMG e os documentos que a regulamentam apontam para uma inserção negociada, em que os cidadãos abrangidos são parte activa nas decisões relativas ao seu processo de inserção. Mas, tendo em conta a prática predominante do sistema assistencial português baseada em princípios de ajuda emergencial, aliada a uma intervenção clínica, com uma sustentação histórica na filantropia e na boa vontade, esta disposição da lei pode ser contrariada pelas práticas institucionais neste campo históricamente marcado por mecanismos de enquadramento e controle. Veremos, mais adiante, que, dados da pesquisa exploratória apontam para a presença, na prática dos assistentes sociais que operam no RMG, desta função fiscalizadora sobre os beneficiários. Os mesmos dados ainda referem que grande parte dos beneficiários do rendimento mínimo não se lembram do conteúdo do acordo de inserção que subscreveram. Por outro lado, se a dimensão objectiva da intervenção - o problema, os seus contornos, as causas que o produzem - são explicitados pelo assistente social na análise da situação, é mais questionável se a dimensão subjectiva, ou seja, o modo como o utente vivência a situação e as expectativas, desejos e motivações envolvidos na resolução do seu problema, são dimensões consideradas como igualmente centrais no processo de intervenção. Saber se
o assistente social tem em conta a trajectória social/profissional
do beneficiário, se o considera como um ser singular, com as suas
idiossincrasias pessoais e culturais, é outro questionamento pertinente
face a esta política que se propõe como locus de inserção
social, de autonomia e de ampliação da cidadania. Outro
questionamento necessário e articulado àquele, é
o relativo à incorporação, ou não, do programa
de inserção no projecto de vida do cidadão abrangido
pelo rendimento mínimo e qual é o grau de autonomia e de
poder de decisão na construção do seu programa de
inserção. Aqui introduzimos
um conceito de Castoriadis, o da subjectividades humana, que se refere
ao sujeito como possuindo dois atributos fundamentais: a reflexividade,
capacidade de apreender o sentido, questionar o sentido e criar um novo
sentido; a capacidade de agir deliberadamente, de ter uma vontade, de
decidir numa determinada direcção. Esta subjectividade é
capaz de interrogar as suas representações do mundo e a
si mesmo. Ao sermos capazes de nos interrogarmos sobre o que sabemos,
transformamos o si em objecto sobre o qual exercemos uma acção
hermenêutica e, neste movimento, o outro também se torna
possível como um outro verdadeiro (pág. 45). Não queremos aqui operar a separação entre sujeito e objecto da acção, embora para questões de análise seja necessário estabelecer esta divisão, de forma a clarificar alguns elementos constitutivos das duas dimensões. Como bem lembra Santos, a ciência moderna operou esta separação e acentuou ainda outras oposições que se vieram a revelar nefastas, como entre teoria e prática, ordem e caos... Um dos contributos relevantes para identificar esta contradição foram as descobertas da física quântica. Eisenberg e Bohr concluiram através das suas experiências que não é possivel estudar um objecto sem o modificar e, portanto, quando o estudamos ele já não é o mesmo porque já o modificámos. E o mesmo acontece nas relações humanas: quando estamos presentes a alguém, esse alguém já contém algo de nós próprios e o seu problema já está a ser vivenciado de outra forma só pelo facto de ele nos comunicar esse problema e nós o escutarmos e o interpretarmos. A nossa visão do mundo, os nossos pressupostos sobre uma determinada matéria, as nossas crenças, a nossa experiência de vida, os nossos valores e representações, não estão antes nem depois da explicação sobre as situações ou sobre as pessoas que vivenciam essas situações. São parte integrante dessa explicação. A nossa trajectória de vida pessoal (ou colectiva, enquanto investigadores ou enquanto interventores), os nossos preconceitos, as nossas crenças e valores, estão intimamente imbricados no conhecimento e na acção. Como nos diz Santos, “...este saber das nossas trajectórias e valores, do qual podemos ou não ter consciência, corre subterrânea e clandestinamente nos pressupostos não ditos do nosso discurso científico” (idem, ibidem:84). E no nosso discurso sobre a prática e sobre os utentes, acrescento. Parafraseando
Lúcia Rodrigues, o exame da subjectividade é fundamental
neste tipo de investigação em que se pretende conhecer o
sujeito profissional e o sujeito usuário. O termo subjectividade
é polissémico: designa, em primeiro lugar, o indivíduo
com uma identidade que reconhece como sua, constituída a partir
de processos de subjectividade na relação com os outros
e com o mundo. “Indagar as interferências da subjectividade
na prática profissional para reconhecê-la nas correlações
intersubjectivas quotidianas consiste em re-conhecer a necessidade de
re-construir os conhecimentos peculiares ao contextos relacionais condutores
de toda a prática do assistente social”(... :pág.
102). Os resultados
da pesquisa exploratória /experimental sobre os beneficiários
e os profissionais, no contexto da medida RMG, vieram demonstrar que,
apesar de assinarem o acordo de inserção, os beneficiários
não se lembram de o ter feito, nem do tipo de acordo que estabeleceram
com o profissional. Este facto parece indiciar que não estamos
perante uma verdadeira negociação dos objectivos de inserção,
na medida em que os beneficiários não identificam os seus
programas de inserção, nem reconhecem as acções
que lhes são dirigidas como sendo parte de um projecto em que tenham
participado. Tendo presente este constrangimento, não podemos também
deixar de confrontar estes dados com os resultados do estudo dirigido
aos técnicos em que estes se queixam da sobrecarga de trabalho
e da acumulação de funções como aspectos limitadores
da sua capacidade de intervenção. Interessa aqui colocar outras perspectivas de subjectividade para alargar o questionamento desta temática. Assim abordaremos em breves apontamentos a questão da subjectividade/emacipação. A subjectividade
é um processo de construção social complexo. Não
pertence só ao indivíduo mas constitui-se a partir de relações
sociais. Nesta perspectiva a subjectividade é intersubjectividade
que passa pela linguagem, por factores éticos, interacções
institucionais, dispositivos vários que perpassam universos de
referência incorporais, como nos diz Guatarri. Este autor propõe
a superação da separação entre sujeito individual
e sociedade, a partir de uma visão transversal, ou seja atravessada
por vários universos de referência. A sua análise
amplia o conceito de subjectividade, na medida em que a vê como
formação social, não pertencendo exclusivamente ao
mundo individual, mas ao mundo social. Esta ampliação do
conceito ajuda a percebê-lo na contemporaneidade, pensá-lo
como produção social, através de processos éticos,
estéticos e autopoiéticos, onde ocorre a possibilidade dos
sujeitos se movimentarem e criarem novos devires (Guatarri,1992). 3 -A tensão macro/micro na dialéctica contexto alargado/contexto próximo. A tensão
objectividade/subjectividade articula-se congruentemente com a dialéctica
macrossocial/microssocial presente na orientação metodológica
da pesquisa. Esta combina elementos de leitura macrossocial assente em
dados estatísticos sobre a realidade portuguesa (indicadores sócio
-económicos e demográficos, políticas sociais e seu
maior ou menor grau de universalização,etc.) e sobre o universo
dos beneficiários do rendimento mínimo (caracterização
sócio-demográfica, impactos da medida pelos diferentes perfis
de beneficiários, etc. ) - como quadro de fundo das situações
a estudar - com uma análise microssocial em que, adoptando a teoria
de Lahire sobre as disposições sociais, se empreende a compreensão
dos comportamentos e das percepções dos indivíduos
nos diferentes contextos em que as acções ocorrem. Assim,
para além das variáveis contextuais alargadas, serão
tidos em conta contextos mais próximos: situações
singulares, relações entre seres sociais interdependentes
que configuram estruturas particulares de coexistência. Esta perspectiva
leva-nos a heterogeneizar o que aparentemente é homogéneo.
Nesta orientação procura-se, tendo como quadro de fundo
dados contextuais gerais, apreender as situações singulares,
as relações efectivas entre indivíduos que interagem
em estruturas particulares de coexistência (Lahire, 1997).
Relativamente a estes ângulos da pesquisa, para além das reflexões já avançadas, introduzimos aqui algumas considerações de Faleiros sobre as redes sociais que se nos afiguram articuladas ao pensamento de Lahire sobre as relações de interdependência e sobre as configurações sociais. Para Faleiros,
o Serviço Social confronta-se com dois desafios: o de trabalhar
tanto as redes particulares, como as gerais, de forma a fortalecer a relação
de forças dos oprimidos. Isto coloca a questão do objecto,
ao mesmo tempo, nas relações estruturais e processuais “...
sem o pulverizar em pequenos casos fragmentados aparentemente desconectados
do contexto e da história” (1997:24). Estas reflexões
de Faleiros dão elementos para a compreensão das possibilidades
da prática profissional no contexto da implementação
da renda mínima, se considerarmos os normativos legais e os dispositivos
operacionais da lei (anexo nº 5). Estes, abrem um campo de possibilidades
a uma acção profissional comprometida e competente, quando
apontam para uma prática territorializada e em parceria, em que
as decisões sobre os recursos a mobilizar para a inserção
social dos beneficiários são concertadas em equipas multidisciplinares
e em que o requerente à prestação é convidado
a elaborar, em conjunto com a equipe local e com o técnico que
o vai acompanhar no seu percurso dentro da medida, o seu programa de inserção.
Nesse processo, podem ainda estar presentes elementos da família
dos beneficiários. Esta intervenção, se bem conduzida
e articulada com as entidades locais que participam no programa de inserção,
pode desencadear as articulações entre as redes sociais
assim como as interlocuções institucionais necessárias
ao reforço dos capitais sociais e dos patrimónios sociais
e culturais dos indivíduos e das famílias. Mas, por outro
lado, se o trabalho seguir uma orientação predominantemente
burocrática, em que se atendam mais às formalidades que
aos indivíduos e às suas necessidades e especificidades,
todos os elementos emancipatórios contidos na lei e nos espaços
institucionais de encontro, debate e articulação, se podem
perder e transformar em mais uma prática rotineira e reiterativa. 5- A tensão regulação/controle – acção capacitadora Em relação
com esta reflexão de Faleiros, colocam-se aqui as perplexidades
suscitadas pela posição dos assistentes sociais/técnicos
de acompanhamento dos cidadãos abrangidos pelo programa de rendimento
mínimo, em análise no nosso processo de investigação.
Conforme texto em anexo (anexo nº6), quando questionados sobre as
condições do seu trabalho com os beneficiários, um
dos problemas apontados foi o de recearem pela sua segurança física.
Após confronto com outros dados do questionário que lhes
foi aplicado, percebe-se que esta questão da insegurança
se liga ao facto destes profissionais fazerem o controle das regras que
vão determinar a continuidade ou não da prestação
financeira que acompanha o contrato de inserção no âmbito
do RMG e de confrontarem os beneficiários com o incumprimento dessas
regras. Estão, assim, a assumir uma função fiscalizadora
que colide com os requisitos de uma relação profissional
regida pela postura da compreensão empática, assim como,
pelo princípio do respeito pela autodeterminação
e pela dignidade da pessoa. Neste ponto,
o poder disciplinar no sentido do saber do profissional é reforçador
do poder institucional, por sua vez já carregado desse poder disciplinar
que opera o enquadramento, a disciplinarização e o controlo,
neste caso, dos grupos pobres.
CONCLUSÃO Desde o
mestrado, tem estado presente nas pesquisas realizadas, a preocupação
em compreender o alcance das políticas dirigidas aos grupos pobres,
na mudança das condições de vida e na abertura de
novas oportunidades a esses grupos. Na gestão social da pobreza,
estratégias profissionais articulam-se com as políticas
sociais na acção junto dos indivíduos e das famílias
pobres. Conforme esta articulação é feita, assim
a prática é resposta efectiva ou acção reiterativa.
Nas estratégias profissionais adoptadas na implementação
das políticas, a acção dos técnicos é
atravessada por múltiplas tensões. Neste trabalho optámos
por desenvolver mais esta dimensão do objecto que se prende com
as interacções dos actores sociais, neste caso concreto,
do assistente social/ organização/utente. A investigação
sobre as políticas sociais e sobre as práticas dos assistentes
sociais, com o objectivo de avaliar os seus resultados e impactos, não
pode sustentar-se, em exclusivo, nas grandes teorias explicativas do social.
Só através dessas, o objecto não se deixa captar
na sua multidimensionalidade e na sua concretude. Assim, o necessário
recurso a teorias que estabeleçam as mediações que
permitam compreender o vivido e o quotidiano dos actores, as relações,
as retroacções e as interacções que se processam,
de forma a captar o real na sua totalidade complexa. Esta preocupação
foi evidenciada ao colocar em tensão variáveis estruturais/contextos
próximos, a partir das preocupações de Lahire respeitantes
ao estudo dos fenómenos sociais. Orientação idêntica
demonstra a teoria da articulação de Faleiros, em que o
trabalho com as redes sociais, tendo presente as necessárias mudanças
estruturais, perspectiva a articulação de uma multiplicidade
de actores, jogando nas contradições e tendo em conta a
correlação de forças sociais em cada conjuntura. Estas reflexões, abertas e expandidas no âmbito do programa da cadeira Paradigmas Contemporâneos e Prática Profissional, apontam para a necessidade de um saber do Serviço Social, plural e completo, comprometido com a defesa da dignidade, do bem-estar e da autonomia dos grupos que são sujeito/objecto da acção profissional, competente para responder às necessidades sentidas e expressas por esses grupos. SÃO PAULO, PUC, JUNHO/ 2003
BIBLIOGRAFIA BACHELARD, Gaston (1972), La formation de l’esprit scientifique, Paris: J: Vrin. CARVALHO, Maria do Carmo Brant (2000), “A Política de Assistência Social no Brasil: dilemas na conquista de sua legitimidade” Serviço Social & Sociedade, nº 62, São Paulo, Cortez. CARVALHO, Maria do Carmo Brant (2002), Comunicação ao Seminário Internacional Estratégias para a superação da pobreza. FALEIROS,Vicente da Paula (1997), Estratégias em Serviço Social, São Paulo , Cortez. GUATARRI (1992), Da Produção da Subjectividade, Rio de Janeiro, Cosmose. MORIN (1999), Complexidade e Transdisciplinaridade - A reforma da Universidade e do ensino fundamental, EDUFRN. SANTOS, Boaventura de Sousa (1987), Um discurso sobre as Ciências, Porto, Afrontamento. SANTOS, Boaventura de Sousa(1994), Pela Mão de Alice. O social e o político na pós-Modernidade, Porto, Afrontamento. SANTOS, Boaventura de Sousa (2000), A Crítica da Razão Indolente, São Paulo, Cortez Editora. RODRIGUES, Lúcia , “Prática profissional: Reinventando o espaço da microactuação”, Serviço Social & Realidade, nº6, São Paulo, Unesp. LAHIRE, Bernard (1995), Tableaux de familles: heurs et malheurs scolaires en milieux populaires, Paris, Seuil, Gallimard.
PROGRAMA DE
PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL ** Mestre em Serviço Social, Investigadora do CPIHTS, Bolseira do Prodep - ISSS de Lisboa, Doutoranda em Serviço Social do de Pós-graduação Pontifícia Universidade Católica de S. Paulo . |
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